Filmes por gênero

O ÍDOLO DE CRISTAL (1959)

Beloved infidel
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Amada Infiel (Portugal)
Un matin comme les autres (França, Bélgica)
Adorabile infedele (Itália)
Días sin vida (Espanha)
Mi amada infiel (México)
Die Krone des Lebens (Alemanha)
Älskade otrogna (Suécia)
Hendes sidste elsker (Dinamarca)
Возлюбленный язычник (União Soviética)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Drama, Romance
Direção: Henry King
Roteiro: Sy Bartlett
Produção: Jerry Wald
Música Original: Franz Waxman
Fotografia: Leon Shamroy
Edição: William Reynolds
Direção de Arte: Lyle R. Wheeler, Maurice Ransford
Figurino: Bill Thomas
Guarda-Roupa: Wesley Trist, Willie Mae Neal
Maquiagem: Ben Nye
Efeitos Sonoros: Harry M. Leonard, E. Clayton Ward
Nota: 8.0
Filme Assistido em: 1990

Elenco

Gregory Peck F. Scott Fitzgerald
Deborah Kerr Sheilah Graham
Eddie Albert Bob Carter
Philip Ober John Wheeler
Herbert Rudley Stan Harris
John Sutton Lord Donegall
Karin Booth Janet Pierce
Ken Scott Robinson
Cindy Ames Srta. Bull
Harry Carter Agente da TWA
Buck Class Dion
Harry Denny Sr. Foster
Tom Duggan Nunnally Johnson
Douglas Evans Harry
Frank Gerstle Frank, repórter
James Gonzalez Repórter
A. Cameron Grant Fred Johnson
Tom Greenway Diretor
Jonathan Hole Dr. Hoffman
Linda Hutchings Aeromoça
Lita Leon Dolly Arden
Maurice Manson Jack Hellman
Mary Ellen Popel Srta. Clayton
Dan White Proprietário da Livraria

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Sheilah Graham viaja da Inglaterra para os Estados Unidos, onde se encontra com o editor de um jornal, John Wheeler, a quem fala sobre sua linhagem real e muitas conexões. Na ocasião, ele a contrata para escrever uma coluna e, quando sua natureza rude e fofoqueira aumenta sua popularidade, Sheilah também recebe seu próprio programa de rádio.
 
Certo dia, na casa do humorista Bob Carter, seu amigo, ela conhece o aclamado autor F. Scott Fitzgerald. Uma atração imediata se forma, embora Scott ainda seja casado com a esposa Zelda, que se acha internada. Para cumprir obrigações financeiras, Scott aceitou uma posição em Hollywood como roteirista de filmes, expressando a crença de que seus romances não são mais interessantes.
 
Seu consumo excessivo de álcool afeta seu humor e seu trabalho. Scott é assombrado pelas memórias de Zelda e pelo sucesso e diversão que tiveram juntos. Quando ele toma conhecimento de que uma peça está sendo produzida em Pasadena, a partir de uma de suas histórias, ele leva Sheilah para vê-la, apenas para descobrir que se trata de uma produção de alunos do ensino médio, alguns dos quais nem sabem que o escritor ainda está vivo. 
 
Sheilah lida com seu alcoolismo crescente e tenta deixá-lo, até que Scott manda um bilhete de despedida, soando suicida. Ela confessa a ele que seu próprio passado a assombra, tudo que ela dizia ser uma mentira. Sheilah, na verdade, é uma garota das favelas de Londres. Ela apela a Scott para escrever outro livro, mas depois que ele envia os primeiros quatro capítulos, Scott recebe a carta de rejeição de uma editora. 
 
O programa de rádio de Sheilah é baseado em Chicago e, enquanto ela viaja para lá, Scott torna-se abusivo, primeiro a bordo de um avião e depois com um de seus colegas. O que ela não sabe é que Scott foi despedido pelo estúdio, por considerar seu trabalho de roteiro inaceitável. Sheilah continua a apoiá-lo, mas eventualmente a saúde de Scott piora. Finalmente, certo dia ele  desmaia e morre em seguida.

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Comentários

Realizado pelo cineasta Henry King, a partir de um roteiro escrito por Sy Bartlett, "O Ídolo de Cristal" é um filme norte-americano produzido em 1959 pela Jerry Wald Productions. Quando de seu lançamento, o filme foi considerado corajoso por abordar alguns assuntos altamente adultos para a época, como adultério e alcoolismo.

Na direção, King realiza um bom trabalho. O filme conta ainda com uma bela trilha sonora, onde se destacam as canções "Blue Moon", "You Were Meant For Me", "Beloved Fidel" e "Boa Noite", interpretada por Carmen Miranda, juntamente com Alice Faye e Don Ameche. No elenco, com ótimas atuações, destacam-se Gregory Peck e Deborah Kerr nos papéis principais.

CAA