Filmes por gênero

DIVINA CRIATURA (1975)

Divina creatura
imagem

Ficha Técnica

Outros Títulos: The divine Nymph (Estados Unidos)
Divine créature (França)
Ein göttliches Geschöpf (Alemanha)
Wrózba (Polônia)
Jumalainen nainen (Finlândia)
Isteni teremtmény (Hungria)
Bozanska zanska (Eslovênia)
Pais: Itália
Gênero: Drama
Direção: Giuseppe Patroni Griffi
Roteiro: Giuseppe Patroni Griffi, Alfio Valdarnini
Música Original: Ennio Morricone, Cesare A. Bixio
Fotografia: Giuseppe Rotunno
Edição: Roberto Perpignani
Direção de Arte: Fiorenzo Senese
Figurino: Gabriella Pescucci
Efeitos Sonoros: Massimo Anzellotti, Manlio Urbani
Nota: 8.1
Filme Assistido em: 1997

Elenco

Laura Antonelli Manuela Roderighi
Terence Stamp Duque Daniele di Bagnasco
Marcello Mastroianni Marquês Michele Barra
Michele Placido Martino Ghiondelli
Duilio Del Prete Conde Armellino
Ettore Manni Professor Marco Pisani
Carlo Tamberlani Mordomo do Duque Bagnasco
Doris Duranti Sra. Fernanda Fonés
Cecilia Polizzi Empregada do Duque
Piero Di Iorio Camareiro do Duque
Marina Berti Tia de Manuela
Mary Ruth League Amiga do Duque
Franco Magno Homem na Festa
Tina Aumont .
Corrado Annicelli .
Gino Cassani .
Annamaria Cordogna .
Viviana Dell'Aquila .
Renato Innocenti .
Sergio Doria .
Federico Martignoni .
Agnese Pittaluga .
Angelo Tomei .

Prêmios

Sindicato dos Jornalistas Críticos de Cinema, Itália

Prêmio Fita de Prata de Melhor Design de Produção (Fiorenzo Senese )

Prêmio Fita de Prata de Melhor Figurino (Gabriella Pescucci )

Indicações

Sindicato dos Jornalistas Críticos de Cinema, Itália

Prêmio Fita de Prata de Melhor Fotografia (Giuseppe Rotunno)

Festival Internacional de Berlim, Alemanha

Prêmio Urso de Ouro (Giuseppe Patroni Griffi)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Na alta sociedade romana dos anos 1920, o Duque Daniele di Bagnasco é um dos homens mais proeminentes e um conquistador de corações femininos.

Quando se apaixona por Manuela Roderighi, compartilhando-a com seu ingênuo noivo, Martino Ghiondelli, o que deveria ser apenas uma aventura de curto prazo se transforma numa ardente paixão. Tal fato se torna ainda mais complicado quando ele descobre que ela frequenta a casa de má fama da Sra. Fonés, o que o deixa ainda mais inseguro por não ter mais certeza se ela tem ou não algum sentimento verdadeiro por ele.

Furioso, ele planeja o envenenamento de sua amante, mas desiste no último momento, porque a profunda paixão que tem por ela prevalece sobre o significado de desonra. Quando mais tarde descobre que o homem que a estuprou quando ela tinha apenas 15 anos, levando-a à prostituição de luxo, é seu primo Marquês Michele Barra, ele decide planejar uma vingança contra seu nobre parente. Assim, força Manuela a se aproximar do marquês e a fingir que se acha interessada nele para depois deixá-lo continuamente arrasado ao fazê-lo ver a força e a sinceridade do que ela sente por ele, Bagnasco.

No entanto, o plano não se desenvolve como previsto por ele. Quando Manuela se aproxima do marquês, este se mostra arrependido por tudo o que a fez sofrer no passado e disposto a reparar seu erro. Diante dessa possibilidade, ela se mostra pronta para começar uma nova relação com ele.

Quando Bagnasco descobre que os encontros entre Manuela e o marquês não se restringem àqueles cuidadosamente planejados, mas que o relacionamento dos dois amantes já se tornou de domínio público, acusa o seu primo marquês. Este, no entanto, nega tudo e acusa os amigos de Bagnasco de caluniadores. Na realidade, o duque já havia visitado todas as casas de encontros clandestinos e pôde constatar que os rumores correspondiam à realidade.

Acuada entre as atenções dos dois aristocratas, Manuela não consegue suportar a situação e foge para Paris. Por outro lado, enquanto o marquês não tem qualquer dificuldade em superar essa perda e aderir ao fascismo que ganha força na Itália, Bagnasco, desesperado, depois de tentar inutilmente vencer sua dor apelando para a cocaína, termina disparando uma bala contra sua cabeça.

imagem

Comentários

Realizado pelo cineasta Giuseppe Patroni Griffi, “Divina Criatura” é um bom filme do cinema italiano dos anos 1970. Sua trama gira em torno da paixão de dois nobres italianos, um duque e um marquês, por uma bela mulher. Através dessa trama, o que se vê é uma sociedade aristocrática decadente, não fazendo diferença entre o luxo e a luxúria, conduzindo o país ao poder fascista de Mussolini.

Na direção, Griffi realiza um bom trabalho, no que é ajudado pelo desempenho de três grandes atores, Laura Antonelli, Marcello Mastroianni e Terence Stamp, que brilham em seus respectivos papéis.

Na área técnica, chamam ainda atenção a fotografia de Giuseppe Rotunno e o belíssimo figurino assinado por Gabriella Pescucci.

CAA