Filmes por gênero

TARAS BULBA (1962)

Taras Bulba
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Taras il magnifico (Itália)
I djävulens tjänst (Suécia)
Tarasz Bulba (Hungria)
Kosakken Taras Bulba (Dinamarca)
Тарас Бульба (União Soviética)
Pais: Iugoslávia, Estados Unidos
Gênero: Drama, Histórico, Guerra
Direção: J. Lee Thompson
Roteiro: Waldo Salt, Karl Tunberg
Produção: Harold Hecht
Música Original: Franz Waxman
Fotografia: Joseph MacDonald
Edição: Eda Warren, William Reynolds, Gene Milford, Folmar Blangsted
Direção de Arte: Edward Carrere
Figurino: Norma Koch
Guarda-Roupa: Eric Seelig, Israel Berne, Olive Koenitz
Maquiagem: Emile LaVigne, Frank McCoy, Daniel C. Striepeke
Efeitos Sonoros: Stanley Cooley, Don Hall, James Richard
Efeitos Especiais: Barney Wolff, Fred Wolff
Efeitos Visuais: Howard A. Anderson, Russell Lawson
Nota: 8.2
Filme Assistido em: 1963

Elenco

Tony Curtis Andrei Bulba
Yul Brynner Taras Bulba
Christine Kaufmann Natalia Dubrov
Sam Wanamaker Filipenko
Brad Dexter Shilo
Guy Rolfe Principe Grigory
Perry Lopez Ostap Bulba
George Macready Governador
Ilka Windish Sofia Bulba
Vladimir Sokoloff O velho Stepan
Vladimir Irman Grisha Kubenko
Daniel Ocko Ivan Mykola
Abraham Sofaer Abbot
Mickey Finn Korzh
Richard Rust Capt. Alex
Jack Raine Prefeito
Ron Weyand Tymoshevsky
Vitina Marcus Princesa cigana
Ellen Davalos Zina
Chuck Hayward Dolotov
Martine Milner Jovem ruiva
Marvin Goux Irmão Bartholomew
James Dime Cossaco
Duke Fishman Cossaco
Al Haskell Cossaco
Maurice Marks Cossaco

Indicações

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Trilha Sonora (Franz Waxman )

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Trilha Sonora (Franz Waxman )

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

No início do século XVI, o sultão turco espalhava o terror no mundo civilizado então conhecido. O império otomano expandiu-se para o oriente, conquistando a Ásia Menor, indo para o sul no Mediterrâneo e para o norte pela Crimeia.

Saindo triunfante, o sultão voltou-se para o ocidente, mais propriamente para a Ucrânia. Os invasores chegaram á fronteira com a Polônia, fazendo com que os poloneses se unissem aos cossacos, povo rude e valente que habitava as estepes da Ucrânia, para defenderem seus territórios e outros interesses na região.

O filme começa com uma grande batalha entre turcos e poloneses, que estão sendo derrotados até receberem o reforço dos cossacos. Com a vitória praticamente assegurada, os polacos decidem trair os seus aliados, matando vários de seus comandantes. Com isso, subjugam a Ucrânia e o povo cossaco. Taras Bulba, um dos oficiais cossacos, volta para sua casa, agora sob o domínio polonês.

Muitos anos depois, Taras envia seus dois filhos, Andrei e Ostap, a uma escola em Kiev. Lá, Andrei se apaixona pela princesa polonesa Natalia Dubrov, para a ira dos locais, que consideram os cossacos a escória da terra. Ao final, os irmãos são forçados a fugir de Kiev, retornando para a casa de Taras Bulba.

Lá, ouvem que os poloneses querem que os cossacos se reúnam novamente em exército para ajudá-los em uma nova guerra contra os turcos. Quando Andrei se recusa, é acusado de ser um covarde. É uma séria ofensa que só pode ser resolvida por um teste de coragem. Andrei e seu acusador saltam com seus cavalos sobre um abismo para que Deus escolha quem está certo, findando com o acusador caindo para a morte. Taras acaba concordando com Andrei, e juntos planejam enganar os poloneses para retomar a Ucrânia.

Assumindo o comando dos cossacos, Taras os conduz até a cidade de Dubno, onde os poloneses os esperam para que se reúnam. Ao invés disso, os cossacos atacam o exército polaco, mantendo-o na cidade, que fica sitiada por soldados cossacos. A fome e a doença se alastram pela cidade, e Andrei, temendo pela vida de sua amada, passa pelo cerco na tentativa de resgatá-la. Ele é capturado e ela é condenada a ser queimada na fogueira pelo crime de amar um cossaco. Para salvá-la, Andrei concorda em liderar um grupo para levar gado até a cidade faminta.

Enquanto isso, um dos generais de Taras Bulba acha que o cerco é uma perda de tempo, e decide voltar para casa com seus homens, deixando Taras com muito poucos homens às portas da cidade. Quando o comandante polonês percebe o enfraquecimento da guarda cossaca, ordena que todo seu exército ataque. Taras Bulba encontra seu filho no campo de batalha e o mata pela traição de lutar contra seu povo. Os cossacos que tinham deixado o cerco retornam em grande número de homens e cavalos, e empurram os inimigos em direção a um desfiladeiro para a morte, com os cossacos vitoriosos entrando em Dubno.

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Comentários

Realizado pelo cineasta J. Lee Thompson, a partir de um roteiro escrito por Waldo Salt e Karl Tunberg, “Taras Bulba” é um filme produzido pelas empresas Avala Film e Harold Hecht Productions em 1962. Sua trama, baseada num romance de Nikolai Gogol, conta a história do chefe cossaco Taras Bulba e seu desejo de libertar a Ucrânia da opressão polonesa.

Graças a um ótimo roteiro e à excelente direção de Thompson, o filme prende a atenção do espectador até sua última cena. Adicionalmente, sua bela trilha sonora, a cargo de Franz Waxman, foi indicada ao Oscar e ao Prêmio Globo de Ouro, perdendo o Oscar para o filme “Lawrence da Arábia”, e o Globo de Ouro para “O Sol é para Todos”.

No elenco, destacam-se as ótimas atuações de Yul Brynner e Tony Curtis, além da beleza da atriz austríaca Christine Kaufmann em seus 17 anos de idade.

CAA