Filmes por gênero

O HOMEM DO RIO (1964)

L´homme de Rio
imagem

Ficha Técnica

Outros Títulos: That man from Rio (Estados Unidos, Reino Unido)
L'uomo di Rio (Itália)
El hombre de Río (Espanha, México, Colômbia)
Abenteuer in Rio (Alemanha)
Mannen från Rio (Suécia)
Czlowiek z Rio (Polônia)
Mies Riosta (Finlândia)
Orlov i Rio (Dinamarca)
Человек из Рио (União Soviética)
Pais: França, Itália
Gênero: Ação, Comédia, Aventura, Romance
Direção: Philippe de Broca
Roteiro: Philippe de Broca, Jean-Paul Rappeneau e outros
Produção: Georges Dancigers, Alexandre Mnouchkine
Design Produção: Mauro Monteiro
Música Original: Georges Delerue
Fotografia: Edmond Séchan
Edição: Françoise Javet
Efeitos Sonoros: Jacques Maumont
Efeitos Especiais: Gil Delamare
Efeitos Visuais: Philippe Tourret
Nota: 8.4
Filme Assistido em: 1965

Elenco

Jean-Paul Belmondo Adrien Dufourquet
Françoise Dorléac Agnès Villermosa
Jean Servais Prof. Norbert Catalan
Roger Dumas Lebel
Daniel Ceccaldi Inspetor de Polícia
Milton Ribeiro Tupac
Ubiracy de Oliveira Sir Winston, engraxate
Adolfo Celi Sr. Mário de Castro
Simone Renant Lola, cantora do Cabaré
Max Elloy Médico
Lucien Raimbourg General na cadeira de rodas
Louise Chevalier Empregada
Nina Myral Tia
Robert Blome Vigia
Zé Keti
Christian Bagot .
André Tomasi .
Tarcísio Ramos .
Suzana Negri .
Marie Marc .

Prêmios

Círculo dos Críticos de Cinema de Nova York, EUA

Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro (França, Itália)

Indicações

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Roteiro Original (Jean-Paul Rappeneau, Ariane Mnouchkine, Daniel Boulanger, Philippe de Broca)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Ao lhe ser concedida uma licença de oito dias, o aviador Adrien Dufourquet chega à Paris para rever sua noiva Agnès Villermosa. Ao chegar lá, ele descobre que uma estatueta maltesa havia sido roubada do Museu do Homem, por dois índios sul-americanos, e que o tutor de Agnès, professor Norbert Catalan, tinha sido raptado, juntamente com ela. Algum tempo atrás, o professor tinha sido companheiro do pai de Agnès numa expedição amazônica, durante a qual seu pai morreu.

Ele chega a tempo de ver o grupo deixando o local e o persegue até o aeroporto, onde consegue embarcar no mesmo voo com destino ao Rio de Janeiro. Ao chegar lá, com a ajuda de Sir Winston, Adrien consegue resgatar Agnès e recuperar a estatueta, mas os índios a roubam de volta. Na ocasião, a jovem comenta que seus sequestradores sabem que ela conhece o esconderijo de uma segunda estatueta, que seu pai encontrou durante uma expedição com o professor Catalan e o Sr. Mário de Castro, um rico industrial que possui uma terceira estatueta.

Em seguida, no carro do Sir Winston, Agnès e Adrien se dirigem à Brasília para conhecer o Sr. Mário de Castro. No caminho, eles se deparam com o carro dos índios, tendo o professor Catalan caído em seu interior. Depois de resgatá-lo, eles seguem viagem e, uma vez em Brasília, participam de uma festa promovida pelo industrial em homenagem ao professor. Num determinado momento, quando o anfitrião leva o professor até uma sala de segurança máxima, para mostrar-lhe que sua estatueta encontra-se segura, Catalan, que planejara o roubo do museu, o assassina e rouba a estatueta.

Ao descobrir o corpo do industrial, Adrien sai em perseguição de Catalan e dos índios, que fugiram em um hidroavião, levando Agnès. No aeroporto, Adrien rouba um avião e os segue. Na selva, ao chegar a um Café flutuante, gerenciado por Lola, a mulher que financiou Catalan, ele descobre que o professor é o assassino que matou o pai de Agnès e que ela está sendo mantida presa em uma embarcação. Ato contínuo, ele se dirige à tal embarcação e, quando Catalan sai em busca do tesouro, que se acha em uma mina subterrânea, ele mata todos os seus cúmplices e resgata Agnès. O professor, finalmente, encontra o tesouro, mas uma explosão desencadeada por um grupo de demolição que se acha nas proximidades, faz com que ele fique enterrado sob os escombros.

Enquanto isso, Adrien e Agnès deixam a selva e chegam à Paris a tempo dele pegar seu trem de volta ao trabalho.

imagem

Comentários

Realizado pelo cineasta Philippe de Broca a partir de um roteiro por ele escrito juntamente com Jean-Paul Rappeneau e outros, “O Homem do Rio” é um filme franco-italiano produzido pelas empresas Les Films Ariane, Les Productions Artistes Associés e Dear Film Produzione em 1964.

Sua trama, muito bem arquitetada, é marcada por bons momentos de suspense, drama e ação, o que lhe garantiu o Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro do Círculo dos Críticos de Cinema de Nova York, além de sua indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original. Rodado em Paris, Rio de Janeiro, Brasília e Amazônia, sua fotografia em Eastmancolor é outro quesito que merece destaque.

No elenco, nota-se uma inegável química entre Jean-Paul Belmondo e Françoise Dorléac, seguida pelas boas atuações de Jean Servais, Adolfo Celi e Ubiracy de Oliveira.

CAA