Filmes por gênero

E DEUS CRIOU A MULHER (1956)

Et Dieu ... créa la femme
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Ficha Técnica

Outros Títulos: ...And God created woman (Estados Unidos, Austrália)
And woman... was created (Reino Unido)
E Dio creò la donna (Itália)
Y Dios creó a la mujer (Argentina, México, Espanha)
...und ewig lockt das Weib (Alemanha)
Och gud skapade kvinnan... (Suécia)
Gud skabte kvinden (Dinamarca)
I Bóg stworzyl kobiete (Polônia)
И Бог создал женщину (União Soviética)
Pais: França, Itália
Gênero: Drama, Romance
Direção: Roger Vadim
Roteiro: Roger Vadim, Raoul Lévy
Produção: Raoul Lévy
Design Produção: Jean André
Música Original: Paul Misraki
Direção Musical: Marc Lanjean
Fotografia: Armand Thirard
Edição: Victoria Mercanton
Maquiagem: Hagop Arakelian
Efeitos Sonoros: Pierre-Louis Calvet, Maurice Dagonneau, Georges Vaglio
Nota: 7.8
Filme Assistido em: 1957

Elenco

Brigitte Bardot Juliette Hardy
Curd Jürgens Éric Carradine
Jean-Louis Trintignant Michel Tardieu
Jane Marken Madame Morin
Paul Faivre Sr. Morin
Jean Tissier Sr. Vigier-Lefranc
Isabelle Corey Lucienne
Jacqueline Ventura Mme. Vigier-Lefranc
Jacques Ciron Secretário de Éric
Philippe Grenier Perri
Jean Lefèbvre O homem que quer dançar
Marie Glory Mme. Tardieu
Georges Poujouly Christian Tardieu
Christian Marquand Antoine Tardieu
André Toscano René
Roger Vadim Amigo de Antoine
Claude Véga Roger
Henri Vidal Antoine Tardieu
Jean Toscano René

Indicações

Prêmios Bambi, Alemanha

Prêmio Bambi de Melhor Atriz Internacional (Brigitte Bardot)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Na década de 1950, em Saint Tropez, Juliette Hardy é uma órfã de dezoito anos com desejos sexuais à flor da pele. Ela tem a mania de sempre andar descalça, o que acende os desejos e chama a atenção dos homens ao seu redor. Seu primeiro pretendente é o velho e rico Éric Carradine, que pretende construir um novo cassino na cidade, mas seus planos têm sido impedidos por causa da família Tardieu, que é a proprietária de um pequeno estaleiro na área que ele precisa comprar para erguer o empreendimento, e que se recusa a vender o negócio.

Antoine é o filho mais velho da família, que volta para casa a fim de discutir a situação com seus familiares e encontra Juliette pronta para se envolver com ele. No entanto, as intenções de Antoine são de um envolvimento rápido e sem compromisso, razões pelas quais ele a rejeita, deixando a cidade sem levá-la. Os responsáveis por Juliette, irritados com suas extravagâncias sexuais, a ameaçam de enviá-la novamente ao orfanato.

Disposto a mantê-la na cidade, a qualquer custo, Carradine apela a Antoine para que se case com a jovem órfã, mas este se nega a atendê-lo. No entanto, seu irmão mais novo, Michel, apaixonado secretamente por Juliette, aceita o desafio e a pede em casamento. Embora continue apaixonada por seu irmão mais velho, Éric, ela aceita sua proposta e os dos se casam.

Algum tempo depois, no entanto, quando Antoine retorna para casa, os problemas começam para os recém-casados, ocasião em que todos os homens que, de alguma forma, se envolveram com sua vida, começam a compreender o que ela representa para eles.


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Comentários

Realizado pelo cineasta Roger Vadim, a partir de um roteiro por ele escrito, juntamente com Raoul Lévy, “E Deus Criou a Mulher” é um filme do cinema francês lançado em meados dos anos 1950, mais conhecido por ter levado Brigitte Bardot ao estrelato, tornando-a símbolo sexual do cinema europeu por três décadas.

Na direção, Vadim realiza um bom trabalho, no que é ajudado pela bela fotografia de Armand Thirard, ao aproveitar as belezas de Saint Tropez. Na área técnica, merece ainda ser citada a ótima trilha sonora, a cargo de Paul Misraki, com mais de uma dezena de músicas de sua autoria, além da bela canção “Mon Coeur Éclate”, de Gilbert Bécaud e Pierre Delanoë.

No elenco, indiscutivelmente Brigitte Bardot é o maior destaque do filme, seguida pelas boas atuações de Jean-Louis Trintignant e Curd Jürgens.

CAA