Filmes por gênero

CADA UM VIVE COMO QUER (1970)

Five easy pieces
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Destinos opostos (Portugal)
Cinq pièces faciles (França, Canadá)
Cinque pezzi facili (Itália)
Mi vida es mi vida (Espanha, Argentina, Peru)
Ein Mann sucht sich selbst (Alemanha)
Piec latwych utworów (Polônia)
Rajut kuviot (Finlândia)
Пять легких пьес (União Soviética)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Drama
Direção: Bob Rafelson
Roteiro: Carole Eastman
Produção: Bob Rafelson, Richard Wechsler
Fotografia: László Kovács
Edição: Christopher Holmes, Gerald Shepard
Guarda-Roupa: Bucky Rous
Efeitos Sonoros: Charles T. Knight, James M. Falkinburg
Nota: 8.8
Filme Assistido em: 1971

Elenco

Jack Nicholson Robert Eroica Dupea
Karen Black Rayette Dipesto
Billy Green Bush Elton
Fannie Flagg Stoney
Sally Struthers Betty
Marlena MacGuire Twinky
Richard Stahl Engenheiro de Gravação
Lois Smith Partita Dupea
Helena Kallianiotes Palm Apodaca
Toni Basil Terry Grouse
Lorna Thayer Garçonete
Susan Anspach Catherine Van Oost
Ralph Waite Carl Fidelio Dupea
William Challee Nicholas Dupea
John P. Ryan Spicer
Irene Dailey Samia Glavia
Clay Greenbush Bebê

Prêmios

Círculo dos Críticos de Cinema de Nova York, EUA

Prêmio de Melhor Filme

Prêmio de Melhor Direção (Bob Rafelson)

Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante (Karen Black)

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante (Karen Black)

Círculo dos Críticos de Cinema de Kansas City, USA

Prêmio de Melhor Filme

National Board of Review, USA

Prêmio NBR de Melhor Atriz Coadjuvante (Karen Black)

Prêmio NBR dos 10 Melhores Filmes

Indicações

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Filme (Bob Rafelson, Richard Wechsler)

Oscar de Melhor Ator (Jack Nicholson)

Oscar de Melhor História e Roteiro (Bob Rafelson, Carole Eastman)

Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante (Karen Black)

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Filme - Drama

Prêmio de Melhor Roteiro (Bob Rafelson, Carole Eastman)

Prêmio de Melhor Direção (Bob Rafelson)

Prêmio de Melhor Ator em um Drama (Jack Nicholson)

Grêmio dos Diretores da América

Prêmio por Direção Excepcional (Bob Rafelson)

Sindicato dos Jornalistas Críticos de Cinema, Itália

Prêmio Fita de Prata de Melhor Diretor de Filme Estrangeiro (Bob Rafelson)

Prêmios Laurel, USA

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Filme

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante (Lois Smith)

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Ator em um Drama (Jack Nicholson)

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Revelação Feminina (Karen Black)

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante (Karen Black)

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Fotografia a Cores (László Kovács )

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Revelação Feminina (Susan Anspach)

Grêmio dos Roteiristas da América

Prêmio de Melhor Drama escrito diretamente para o cinema (Carole Eastman)

Círculo dos Críticos de Cinema de Nova York, EUA

Prêmio de Melhor Ator (Jack Nicholson)

Prêmio de Melhor Atriz (Karen Black)

Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante (Lois Smith)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Robert Dupea trabalha em um campo petrolífero da Califórnia com seu amigo Elton, que tem esposa e um filho bebê. A maior parte de seu tempo livre é gasto em uma lanchonete local, durante seus intervalos de almoço e jantar, para ver sua namorada garçonete, Rayette, que sonha em cantar música country. Nos fins de semana, Robert sai na companhia de Elton, com quem joga boliche, fica bêbado e faz sexo com outras mulheres. Robert não comenta com ninguém que ele é um ex-pianista clássico que vem de uma família de músicos.

Quando Rayette fica grávida e seu amigo Elton é preso e mandado para a prisão, por ter roubado um posto de gasolina um ano antes, Robert deixa o emprego e parte para Los Angeles, onde sua irmã mais velha, Partita, também pianista, está fazendo uma gravação. Ao encontrá-la, ela lhe informa que seu pai, de quem ele é afastado, sofreu dois derrames e se encontra inválido, pedindo-lhe para que volte para a casa da família no estado de Washington.

Como Rayette ameaçou se matar se ele a deixasse, Robert relutantemente a convida para que o acompanhe até sua cidade natal. Ao se dirigirem para o norte, eles pernoitam em um motel. Na manhã seguinte, claramente envergonhado pela falta de modos polidos de Rayette, ele lhe pede para que ela permaneça no motel enquanto ele segue, sozinho, para a casa de sua família na ilha de Puget Sound.

Ao chegar lá, ele encontra Partita cortando o cabelo do pai, mas o velho parece completamente indiferente a ele. No jantar, ele conhece Catherine Van Oost, uma jovem pianista, noiva de seu irmão mais novo, Carl, um violinista. Apesar das diferenças de personalidade, Catherine e Robert sentem-se atraídos e fazem amor no quarto dela.

Duas semanas depois, Rayette, entediada no motel, resolve ir ao encontro de Robert sem avisá-lo previamente. Ao chegar lá, sua presença causa uma situação embaraçosa, mas quando Samia Glavia, uma amiga da família, ridiculariza o passado de Rayette, Robert sai em sua defesa. Em seguida, ao procurar Catherine, ele descobre o enfermeiro que cuida do pai dando uma massagem em Partita.

No dia seguinte, Robert tenta convencer Catherine a ir embora com ele, mas ela se recusa a acompanhá-lo, acreditando que ele não ama ninguém, nem a ele. Depois de tentar falar com seu pai, que não responde, Robert vai embora com Rayette. Ao chegarem a um posto de gasolina, quando ela vai tomar um café, ele entrega sua carteira e depois a abandona, pegando carona em um caminhão que segue para o norte, para o Canadá.

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Comentários

Realizado pelo cineasta Bob Rafelson, a partir de um roteiro escrito por Carole Eastman, “Cada Um Vive Como Quer” é um filme norte-americano produzido pelas empresas Columbia Pictures Corporation, Five Easy Pieces Productions, BBS Productions e Raybert Productions em 1970. Sua trama, baseada numa estória de Rafelson e Eastman, é marcada por abordar temas existenciais, tornando-se uma das mais reverenciadas ao longo da década de 1970.

A direção de Rafelson é consistentemente boa, apresentando um ótimo ritmo do início ao fim. Os diálogos são inteligentes, dentro de um roteiro muito bem estruturado. Na área técnica, merecem igualmente elogios a deslumbrante fotografia a cargo de László Kovács, bem como, a magnífica trilha sonora, um misto de belas músicas populares, interpretadas por Tammy Wynette, e músicas clássicas de Frédéric Chopin, Johann Sebastian Bach e Wolfgang Amadeus Mozart.

No elenco, Jack Nicholson e Karen Black brilham em seus respectivos papéis, seguidos pelas excelentes atuações de Lois Smith e Susan Anspach.

CAA