Filmes por gênero

DESTINO AMARGO (1950)

No sad songs for me
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Ficha Técnica

Outros Títulos: La flamme qui s'éteint (França, Bélgica)
Non siate tristi per me (Itália)
Amarga sombra (Espanha, Argentina)
Mein Glück in deine Hände (Austria, Alemanha)
Tills döden skiljer oss åt (Suécia)
Gråt ikke for meg (Noruega)
Ingen tårer for min skyld (Dinamarca)
Sammuva liekki (Finlândia)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Drama
Direção: Rudolph Maté
Roteiro: Howard Koch
Produção: Buddy Adler
Música Original: George Duning
Direção Musical: Morris Stoloff
Fotografia: Joseph Walker
Edição: William A. Lyon
Direção de Arte: Cary Odell
Figurino: Jean Louis
Maquiagem: Clay Campbell
Efeitos Sonoros: Russell Malmgren
Nota: 8.4
Filme Assistido em: 1961

Elenco

Margaret Sullavan Mary Scott
Wendell Corey Bradford 'Brad' Scott
Viveca Lindfors Chris Radna
Natalie Wood Polly Scott
John McIntire Dr. Ralph Frene
Ann Doran Louise Spears
Richard Quine Brownie
Jeanette Nolan Mona Frene
Dorothy Tree Frieda Miles
Raymond Greenleaf Sr. Caswell
Urylee Leonardos Flora, a empregada
Lucile Browne Sra. Hendrickson
Harry Cheshire Mel Fenelly
Douglas Evans Jack Miles
Sumner Getchell George Spears
Maudie Prickett Anna
Margo Woode Doris Weldon
Harlan Warde Lee Corbett
John Berkes Joe, proprietário do Restaurante
Paul E. Burns Florista
Rita Conde Garota mexicana
Mary Alan Hokanson Enfermeira na Recepção
Michael Barrett Motorista de caminhão
Louis Mason Motorista de táxi

Indicações

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Trilha Sonora de uma Comédia ou Drama (George Duning)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Quando Mary Scott recebe a notícia de que se acha com câncer, em estado terminal com menos de um ano de vida, ela pede ao seu médico, Dr. Ralph Frene, que não conte a verdade a seu marido Bradford nem à sua filha Polly.

Quando o período das festas de Natal se aproxima, Mary toma consciência de que o tempo está passando com muita rapidez, mas, mesmo assim, se mantém firme em seu desejo de omitir do marido a gravidade de sua doença.

Na véspera do Ano Novo, Mary e Brad convidam a nova desenhista industrial da empresa do marido, Chris Radna, para participar da festinha preparada pela família. Brad se mostra agradavelmente surpreso quando, pela primeira vez, vê Chris usando um belíssimo vestido ao invés das robustas calças compridas e jaquetas normalmente usadas no trabalho. Durante a festa, Brad chama inúmeras vezes Chris para dançarem juntos, causando algumas fofocas por parte de outras mulheres que se acham presentes.

Ao perceber que o marido está se apaixonando por sua funcionária, Mary decide visitar seu pai em San Francisco, mas uma vez lá, não consegue falar-lhe sobre sua doença. Em seguida, ela encontra uma velha amiga, agora viúva, que lhe confessa estar iniciando um novo relacionamento. Em sua cabeça, ela começa a imaginar as vidas de Brad e Polly após sua morte.

Ao voltar pra casa, acreditando que o marido não a ama mais, ela chega a pensar em suicídio. À noite, Brad lhe confessa que teve um pequeno caso com Chris, que já terminou, e que ela vai deixar a cidade dentro de poucos dias.

Secretamente, Mary visita a desenhista industrial, que lhe pede desculpas pelo caso que tivera com Brad, explicando que seu próprio marido morrera durante a guerra e, até conhecer Brad, sempre acreditara que jamais voltaria a se envolver com outro homem. Tal confissão faz com que Mary mude completamente seu conceito em relação a ela. Agora, seu desejo é de que seu marido e Chris, que se gostam, venham a se casar após sua morte. Nesse sentido, passa a convidá-la com maior frequência, apresentando-a aos amigos e fazendo com que ela se aproxime mais de sua filha Polly.

Acidentalmente, Brad encontra os medicamentos que Mary escondia dele, procura o médico dela e, ao saber de toda a verdade, decide fazer com que as últimas semanas de sua mulher sejam inesquecíveis. Assim, demonstrando muita felicidade, Mary vive um breve idílio com Brad, no México, antes de morrer.

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Comentários

Realizado pelo cineasta Rudolph Maté, mais conhecido como um dos mais respeitados fotógrafos da indústria cinematográfica, “Destino Amargo” é um bom filme do cinema americano do início dos anos 50. Sua trama gira em torno de uma mulher que, ao receber o diagnóstico de ser portadora de um câncer em estado terminal, por um lado esconde do marido e da filha tal realidade e, por outro, procura ver o que pode fazer para que, após sua morte, eles não tenham suas vidas bastante abaladas.

Os dois quesitos que mais se destacam neste filme são o seu roteiro, muito bem escrito por Howard Koch, e as ótimas atuações de seus principais atores, ou seja, de Margaret Sullavan, Wendell Corey e a sueca Viveca Lindfors. Aliás, a última cena vivida por esta bela sueca, ao lado da adolescente interpretada por Natalie Wood, é simplesmente inesquecível.

CAA