Filmes por gênero

CHAMADA PARA UM MORTO (1966)

The deadly affair
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Uma poltrona para a morte (Portugal)
M.15 demande protection (França)
Chiamata per il morto (Itália)
Llamada para un muerto (Espanha, México)
Anruf für einen Toten (Alemanha)
Spionen måste dö (Suécia)
Samtal med den döde (Finlândia)
Telefon til afdøde (Dinamarca)
Дело самоубийцы (União Soviética)
Pais: Reino Unido
Gênero: Drama, Suspense, Crime, Romance
Direção: Sidney Lumet
Roteiro: Paul Dehn
Produção: Sidney Lumet
Música Original: Quincy Jones
Direção Musical: Quincy Jones
Fotografia: Freddie Young
Edição: Thelma Connell
Direção de Arte: John Howell
Figurino: Cynthia Tingey
Guarda-Roupa: Ron Beck
Maquiagem: Jill Carpenter
Efeitos Sonoros: Leslie Hammond, Gerry Humphreys, Chris Greenham
Nota: 8.4
Filme Assistido em: 1968

Elenco

James Mason Charles Dobbs
Simone Signoret Elsa Fennan
Maximilian Schell Dieter Frey
Harriet Andersson Ann Dobbs
Harry Andrews Inspetor Mendel
Kenneth Haigh Bill Appleby
Roy Kinnear Adam Scarr
Max Adrian Consultor
Lynn Redgrave Virgin
Robert Flemyng Samuel Fennan
Leslie Sands Inspetor
Corin Redgrave David
Sheraton Blount Eunice Scarr
Michael Brennan Wolfe, o barman
Murray Brown Fidalgo
William Dysart Fidalgo
David Warner Edward II
Maria Charles Loura
John Dimech Garçom
Margaret Lacey Sra. Bird
Stanley Lebor Lancaster
Richard Steele Homem de negócios
Gertan Klauber Homem de negócios

Indicações

Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra

Prêmio de Melhor Filme Britânico (Sidney Lumet)

Prêmio de Melhor Fotografia Britânica (Freddie Young)

Prêmio de Melhor Roteiro Britânico (Paul Dehn )

Prêmio de Melhor Ator Britânico (James Mason)

Prêmio de Melhor Atriz Estrangeira (Simone Signoret)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Charles Dobbs, um agente de segurança do Ministério das Relações Exteriores britânico, é designado para fazer uma verificação de rotina de um funcionário do governo que foi anonimamente acusado de ser comunista. Pouco depois de realizar seu trabalho, ele fica chocado ao saber que o funcionário cometeu suicídio, deixando uma nota em que afirma que sua carreira havia sido arruinada por informantes pagos.
    
Dobbs fica tão indignado quando seus superiores insistem em encerrar o caso, que renuncia ao posto e decide provar que o homem foi assassinado. Depois de contar com a ajuda de um inspetor aposentado, Mendel, ele visita a viúva do homem morto, Elsa Fennan, uma vítima judia dos campos de concentração nazistas. Suas suspeitas aumentam ainda mais quando ele a pega em uma mentira e depois descobre que a carta anônima, enviada ao Ministério das Relações Exteriores, acusando Fennan de ser um comunista, e a nota a respeito do suicídio, ambos saíram da mesma máquina de escrever.

Ao voltar para casa, Dobbs é recebido por um velho amigo, Dieter Frey, que chegou à Londres para fazer negócios para uma empresa de doces de Zurique. E seus problemas são agravados pela descoberta de que sua esposa freqüentemente infiel, Ann, seduziu Dieter. Retomando sua investigação, Dobbs e Mendel descobrem pistas que os levam inicialmente a uma garagem, depois a um prédio de escritórios e, finalmente, a um teatro.

Quando se torna evidente que Elsa Fennan é comunista, Dobbs percebe que seu marido também deve ter descoberto isso e, portanto, teve que ser silenciado. Ciente de que Elsa encontra seu contato no teatro, Dobbs e Mendel armam uma armadilha. Assim, durante uma apresentação de Edward II, de Marlowe, eles a pegam sentada ao lado de Dieter Frey, um agente russo. Ao perceber que foi enganado, Dieter assassina Elsa em sua cadeira e consegue fugir. Dobbs e Mendel o perseguem e o encurralam em uma casa flutuante no Chelsea.

Embora Dieter mate Mendel, ele hesita em atirar em seu companheiro do tempo da guerra. Dobbs, no entanto, aproveita a situação e o ataca, observando em seguida quando seu corpo cai na água e é esmagado entre duas casas flutuantes. Encerrado o caso, Dobbs voa para Zurique, onde informa sua esposa que Dieter não virá ao encontro planejado.

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Comentários

Realizado pelo cineasta Sidney Lumet, a partir de um roteiro escrito por Paul Dehn, “Chamada para um Morto” é um filme britânico produzido pela empresa Sidney Lumet Film Productions em 1966. Sua trama, baseada num romance de John Le Carré, é marcada por uma abordagem profundamente humanista.

Na direção, Lumet realiza um trabalho consistentemente bom, o mesmo ocorrendo com a fotografia em Panavision a cargo de Freddie Young. Em sua trilha sonora, a canção “Who needs forever” é interpretada pela cantora baiana Astrud Gilberto.

No elenco, James Mason e Simone Signoret brilham em seus respectivos papéis, seguidos pelas boas atuações de Maximilian Schell e Harriet Andersson.

CAA