Filmes por gênero

AGNES DE DEUS (1985)

Agnes of God
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Agnès de Dieu (França, Canadá)
Agnese di Dio (Itália)
Agnes de Dios (Espanha, Argentina, México)
Agnes - Engel im Feuer (Alemanha)
Agnes av gud (Suécia)
Tajemnica klasztoru Marii Magdaleny (Polônia)
Agnes of God - Vorherres egen Agnes (Dinamarca)
Агнец божий (Rússia)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Drama, Mistério
Direção: Norman Jewison
Roteiro: John Pielmeier
Produção: Norman Jewison, Patrick J. Palmer
Design Produção: Ken Adam
Música Original: Georges Delerue
Fotografia: Sven Nykvist
Edição: Antony Gibbs
Direção de Arte: Carol Spier
Figurino: Renée April
Guarda-Roupa: Arthur Rowsell, Fabienne April, Ursula Brooke
Maquiagem: Gary Liddiard, Ann Brodie
Efeitos Sonoros: Richard Lightstone, Don White, Herb Heritage e outros
Efeitos Especiais: Ron Thiessen, Carrie Robbins, Richard Huggins
Nota: 8.1
Filme Assistido em: 1986

Elenco

Jane Fonda Dra. Martha Livingston
Anne Bancroft Madre Superiora Miriam Ruth
Meg Tilly Irmã Agnes
Anne Pitoniak Mãe da Dra. Livingston
Winston Rekert Detetive Larry Langevin
Gratien Gélinas Padre Martineau
Guy Hoffman Justice Joseph Leveau
Gabriel Arcand Monsenhor
Françoise Faucher Eve LeClaire
Jacques Tourangeau Eugene Lyon
Janine Fluet Irmã Marguerite
Deborah Grover Irmã Anne
Michele George Irmã Susanna
Samantha Langevin Irmã Jeannine
Jacqueline Blais Irmã David Marie
Françoise Berd Irma Thérèse
Mimi D'Estée Irmã Elizabette
Rita Tuckett Irmã Geraldine
Lillian Graham Irmã Madeline Marie
Norma Dell'Agnese Irmã Geneviève
Muguette Moreau Irmã Luke
Janice Bryan Irmã Mary Joseph
Agnes Middleton Irmã Paul
Laurel Lyle Helen
Charlotte Laurier Jovem prostituta
Gerry Huckstep Paramédico
Daniel Tremblay Detetive
Herbert Luft Repórter da TV

Prêmios

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante (Meg Tilly)

Indicações

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Atriz (Anne Bancroft)

Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante (Meg Tilly)

Oscar de Melhor Trilha Sonora (Georges Delerue)

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Atriz em um Drama (Anne Bancroft)

Grêmio dos Roteiristas da América

Prêmio de Melhor Roteiro baseado em material previamente publicado (John Pielmeier)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Num convento católico perto de Montreal, no Canadá, durante as orações da noite, as freiras ouvem gritos vindos da sala da irmã Agnes, uma jovem novata. Ela é encontrada em seu quarto sangrando bastante e, em uma cesta de lixo, há um bebê morto com seu cordão umbilical enrolado no pescoço. Suspeita-se que a irmã Agnes tenha matado o bebê. 
 
Em seguida, a psiquiatra Martha Livingston é designada por um tribunal para determinar se ela deve ou não ser julgada. Ao ser entrevistada, Agnes afirma que não se lembra de estar grávida ou do parto, e mostra uma falta de entendimento de como os bebês são concebidos. Na ocasião, a Madre Miriam diz à psiquiatra que Agnes é uma inocente que foi mantida em casa por sua mãe, e que não sabe nada sobre o mundo. Ela se mostra desesperada para manter Agnes ingênua e declara que não sabia o que era gravidez ou se lembrava do pai. Em seguida, Madre Miriam conta à psiquiatra que a jovem deixou de comer por acreditar que estava engordando e que surgiram feridas em suas mãos que se curaram em um dia. Em seguida, Agnes leva a psiquiatra para seu lugar preferido, uma torre onde se encontram os sinos do convento. Uma vez lá, ela fala sobre sexo e gravidez.
 
Momentos depois, Madre Miriam diz à psiquiatra que Agnes deve ter concebido em 23 de janeiro porque foi nessa noite que ela queimou seus lençóis. Ao olhar ao redor do convento, a psiquiatra se depara com um celeiro repleto de estátuas de anjos e santos. Ela e um jovem monsenhor discutem se sua falta de fé a deixará incapaz de tratar Agnes com dignidade. Em seguida, a psiquiatra descobre que a mãe de Agnes a molestou sexualmente e que ela é sobrinha de Madre Miriam. 
 
Quando a psiquiatra recebe permissão do tribunal para hipnotizar Agnes, Madre Miriam se mostra fortemente contra, por acreditar que tal ato a privará de sua inocência. Enquanto hipnotizada, Agnes admite que deu à luz e que outra mulher no convento sabia que ela se achava grávida, mas não revelou quem. Em seguida, a psiquiatra descobre que um túnel secreto conecta a capela do convento ao celeiro. 
 
Madre Miriam tenta remover a psiquiatra do caso, mas esta apela à polícia e é mantida. Em seguida, a psiquiatra obtém uma segunda ordem judicial para colocar novamente Agnes sob hipnose. Na ocasião, Madre Miriam admite que sabia que Agnes estava grávida e que colocou a cesta de lixo no quarto, mas nega ter matado o bebê. Sob hipnose, Agnes revela que usou o túnel para se encontrar com Michael no celeiro. Sob interrogatório, ela parece descrever ser estuprada por um homem. De repente, ela exibe feridas em suas mãos e começa a sangrar profusamente. Em seguida, ela declara que Deus a estuprou e que o odeia por isso. Continuando, ela admite que Madre Miriam estava presente quando o bebê nasceu, e que ela, Agnes, matou a criança por acreditar que era um erro. Ela não é considerada culpada por insanidade e, ao juiz, ela diz que ouviu um homem cantando embaixo do seu quarto por seis noites seguidas e que, na sétima, ele se deitou em cima dela.

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Comentários

Realizado pelo cineasta Norman Jewison, a partir de um roteiro escrito por John Pielmeier, "Agnes de Deus" é um filme produzido em 1985 pela Columbia Pictures, juntamente com a Delphi IV Productions.
 
Partindo de um roteiro muito bem elaborado, na direção, Jewison realiza um ótimo trabalho. O filme conta ainda com uma excelente trilha sonora, e com as belas atuações de Meg Tilly, no papel principal, e de Anne Bancroft e Jane Fonda.
 
CAA